Yoga

quase
500

A janela pequena do Convento Nossa Senhora do Carmo tem quase 500 anos. É irregular na sua profundidade, assimétrica por dentro, humana na sua imperfeição.

Não foi desenhada por um software — foi esculpida pela mão de alguém que nunca soube que estaria ali meio milénio depois. É a janela por cima da porta principal. Deixa entrar luz onde há sombra.

A planta que emerge pelo interior da janela é simultaneamente uma planta e um ser humano em simbiose com a natureza. Não está dentro da estrutura, está a sair. Está em movimento, em busca. Busca da luz.

História do Logótipo

Uma janela com quase 500 anos. Uma planta em busca de luz.

A janela pequena do convento tem quase 500 anos. É irregular na sua profundidade, assimétrica por dentro, humana na sua imperfeição. Não foi desenhada por um software — foi esculpida pela mão de alguém que nunca soube que estaria ali perto de meio milénio depois.

O frame do logótipo é a representação da estrutura. De uma comunidade. De uma cultura. De quase 500 anos de história que não desaparecem quando retiramos os objectos religiosos. A monumentalidade está na pedra, não nos ornamentos.

Orgânico. Imperfeito. Real.

a pedra

A Pedra

Da estrutura à vida que cresce dela. Cada traço é desenhado à mão — irregular, imperfeito, humano. Não ícones de software. Traços com autoria.

a planta.

A Planta

Tudo o que cresce quando tem luz, espaço e intenção. As hortas, os produtores, o yoga, a bicicleta, a comunidade.

a janela.

A Janela

Uma entrada não de pessoas, mas de luz. E a luz é o que torna tudo o resto possível: os legumes crescem, os animais alimentam-se, os seres humanos inspiram-se.

o processo criativo

Os traços
do Convento.

Da estrutura à vida que cresce dela. Cada traço é desenhado à mão — irregular, imperfeito, humano. Não ícones de software. Traços com autoria.

a pedra

A monumentalidade está na pedra, não nos ornamentos. Perto de cinco séculos de história que não desaparecem quando retiramos os objectos religiosos. A estrutura sobrevive — e é nela que tudo o resto cresce.

a janela

Uma entrada não de pessoas, mas de luz. A janela pequena do convento, irregular e assimétrica, foi esculpida por mãos humanas que nunca souberam que estaria ali meio milénio depois. E a luz que entra por ela é o que torna tudo o resto possível.

a planta

Tudo o que cresce quando tem luz, espaço e intenção. A planta que emerge pelo interior da janela não está dentro da estrutura — está a sair. Está em movimento, em busca. Busca da luz.

a oliveira

A raiz do Algarve. A árvore que dá o azeite, a sombra, o tempo. Símbolo de uma terra que cultiva devagar — e de uma marca que cresce com a mesma paciência orgânica, imperfeita, real.

Venha conhecer.